
Canto dos Emigrantes
Com seus pássaros
ou a lembrança de seus pássaros,
com seus filhos
ou a lembrança de seus filhos,
com seu povo
ou a lembrança de seu povo,
todos emigram.
De uma quadra a outra
do tempo,
de uma praia a outra
do Atlântico,
de uma serra a outra
das cordilheiras,
todos emigram.
Para o corpo de Berenice
ou o coração de Wall Street,
para o último templo
ou a primeira dose de tóxico,
para dentro de si
ou para todos, para sempre
todos emigram.
Alberto da Cunha Melo
Seu tio era realmente acima do comum!
ResponderExcluirOlá poetisa,venho por meio deste pedir que me envie um email teu,para assim trocarmos informações,amo poesia e as trato com imenso carinho,um grande abraço!
ResponderExcluirfelipefreitaspadilha@yahoo.com.br
Maravilha
ResponderExcluir